Londres [dia 3: Torre de Londres, Tower Bridge, Covent Garden, Trafalgar Square, National Gallery ]

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Dá pra ver que a proposta desse dia é radical. Há que ter fôlego para ver isso tudo em só dia. Covent Garden merece um dia só pra ele. É passeio para fazer sem chuva. Se chover, enfiar-se na National Gallery resolve boa parte do problema. Veja no Google Maps o trajeto deste passeio, incluindo o percurso de ônibus da London Tower a Aldwich.

A Torre de Londres é uma cidadela junto ao Tâmisa, protegida por grande murada, que a tornou refúgio de reis da Inglaterra. Ficou famosa também por ser usada como prisão, com direito a tortura. Era a última morada daqueles que passariam dessa para melhor.

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A área interna é grande o suficiente para caber vários prédios, usados hoje como instalações públicas ou museus. O Google Maps oferece uma visão geral da fortaleza.

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Chama atenção os diamantes famosos expostos na Jewel House, onde podemos ver a coleção de joias da Coroa Inglesa. O Cullinan, pesa cerca de 110 g e está no Cetro com a Cruz (Sceptre with the Cross). De dentro da área da Torre, pode-se ver a vizinha Tower Bridge, objeto da continuação desse passeio.

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A Tower Bridge é bela obra de engenharia. As pistas da ponte se levantam para passar grandes navios ou em solenidades especiais. Curioso é que até 1976 o sistema para levantar a ponte era movido a vapor, quando foi então eletrificado.

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Da ponte tem-se boa visão dos prédios modernos da cidade, em particular, do arrojado e abaulado Prédio da Prefeitura.

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Ali por perto da Torre de Londres, na Tower of London Park, pode-se pegar o ônibus 15 na direção de Trafalgar Square. O trajeto pela Cannon e Fleet Streets, passando ao lado da Igreja de St. Paul, dá boa dimensão do movimento na City londrina.

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Recomendo saltar antes de chegar à Trafalgar Square, em Aldwich. Ali perto está, meio que escondida, a Somerset House, praça que foi restaurada formando belo conjunto. Logo na passagem de entrada para a praça, encontra-se a Courtauld Gallery, pequena e rica galeria com obras do porte de: Monet, Renoir, Seurat, Gauguin, Van Gogh e Cézanne. Quer mais?

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Neste momento ou um pouco antes, eu recomendo um almoço. O Savoy Hotel está perto. Uma reserva no Savoy Grill, tocado Gordon Ransey, custando 28 libras o menu completo (entrada, prato e sobremesa), vale pela comida e pela oportunidade de dar uma olhada neste hotel aristocrático. Se puder visitar a cozinha (eu tive esta sorte), é melhor ainda. Depois, é seguir andando para Trafalgar Square que está ali perto. A visita regulamentar à famosa praça é interessante no verão onde o povo fica de bobeira no sol ou se pendurando nos monumentos no centro da praça.

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Ao fundo da praça de Trafalgar encontra-se o grande museu National Gallery. Como os outros em Londres, é de graça. Infelizmente, as fotos são proibidas. Tem muita coisa interessante. Gostei de curtir um Leonardo da Vinci, The Virgin of the Rocks, com os característicos detalhes de rochas da região que da Vinci meticulosamente representava em suas obras. Outra curtição é o quadro Os Embaixadores de Hans Holbein the Younger, com sua famosa ilusão de ótica, se podemos chamar disso o efeito de distorção de imagem que ele utiliza.

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A National Gallery é pródiga em obras interessantes. Conforme o interesse do freguês, dá ficar muito tempo por ali. Vai que está chovendo…

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